domingo, 21 de julho de 2013

DIDÁTICA & METODOLOGIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS


Concurso de Artigos 2013/2



Quem pode participar: Alunos da GRADUAÇÃO matriculados nas turmas GAM 0127, 0170 e BID 0217 e que façam paper em 2013/2.

Para concorrer o aluno deve realizar todas as etapas (Plano da prática, paper e socialização) e nas datas informadas...os finalistas irão a voto popular no recesso escolar...
* É avaliado também a formatação e autoria própria dos artigos.

PLANO DA PRÁTICA ESTÁ NO AVA NA TRILHA DE APRENDIZAGEM...



Bid 0217

Agosto
25
Orientação da Prática: Devolutiva do plano de desenvolvimento da Prática
 *entregar ou enviar até a data limite o plano da prática.

Novembro

Novembro 2013
DSTQQSS
     12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
DATAATIVIDADE
02Atividades Acadêmicas 2
Reposição de conteúdos, orientação pedagógica e operacional (Prática, TG, Estágio ) individualizada, realização de eventos (palestra, seminários, oficinas, visitas técnicas) pesquisas, estudo em grupo, atividades de laboratório, reuniões.
02Formação continuada de Tutores Externos
02 a 28 dezPeríodo para responder a AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
09Renovação de Matrícula
09Terceiro Encontro Presencial (Microbiologia)
16Atividades Acadêmicas 3
Reposição de conteúdos, orientação pedagógica e operacional (Prática, TG, Estágio ) individualizada, realização de eventos (palestra, seminários, oficinas, visitas técnicas) pesquisas, estudo em grupo, atividades de laboratório, reuniões.
16Formação continuada de Tutores Externos
23Quarto Encontro Presencial (Microbiologia)
30Entrega do Paper
30Primeiro Encontro Presencial (Química Geral e Orgânica)
30Seminário de Socialização das Práticas
Gam 0170

Jullho

24
Orientação da Prática: Entrega do plano de desenvolvimento da Prática
 *entregar ou enviar até a data limite o plano da prática.
Outubro
16
Entrega do Paper
16
Seminário de Socialização das Práticas

Gam 0127

Agosto
06
Orientação da Prática: Devolutiva do plano de desenvolvimento da Prática
 *entregar ou enviar até a data limite o plano da prática.
Novembro
26
Entrega do Paper
26
Seminário de Socialização das Práticas




VÍDEOS DO PROF. EDUARDO DE ALMEIDA

Assista aqui no blog ou no Canal do Youtube:


Projeto de Pesquisa






O Guarapuruvu.....e o Bioma!!!


Saiba mais .....


Curiosidades:


O guapuruvu (Schizolobium parahyba)  é uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano. A árvore é também conhecida como guarapuvu, garapuvu, guapiruvu, garapivu, guaburuvu, ficheira, bacurubu, badarra,bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, pataqueira, pau-de-tamanco ou umbela. Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.
É a árvore símbolo de Florianópolis, capital de Santa Catarina.

Ficha técnica:
Familia:
Caesalpinaceae
Nome Científico:
Schizolobium parahyba(Vell.) Blake
Nomes Comuns:
guapuruvu, baageiro, bacumbú, bacuparu, bacuru, bacurubu, bacurubu ficheira, bacuruva, espanador do céu, fava divina, bacuruvu, bageiro, bandarra, beri, birosca, bocurubu, breu, bucuruva, faveira, faveiro, ficha, ficheira, ficheiro, gabiruvu, garapuava, garapuvu, guaburuvu, guaperubu, guaperuvu, guapiruvu, guapivuçu, guaporuva, guapububu, guapurubu, guapururru, guarapuvu, igarapobu, paricá, pataqueira, pau vintém, pau de canoa, pau de tambor, pau de vintém, pinho, pinho branco, pino, pirosca.
Crescimento:
árvore
Grupo Ecológico:
oportunista
Ocorrência:
floresta ombrófila densa , floresta estacional decidual
Distribuição Geográfica:
BA ES MG PR RJ RS SC SP
Dispersão:
anemocoria
Polinização:
melitofilia
Floração:
JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Frutificação:
MAI JUN JUL AGO SET OUT



Quebra da Dormência:
Apresenta dormência tegumentar, sendo recomendado os tratamentos: a- imersão em água quente a 65C fora do aquecimento e repouso por 18 horas. b- imersão por 4 a 10 minutos em água fervente, deixando-se as sementes nesta água fora do aquecimento por 72 horas. c- escarificação manual em material abrasivo, rompendo o tegumento da semente no lado oposto ao hilo. d- escarificação mecânica e escarificação em ácido sulfúrico concentrado por 5 minutos.






Amazônia
Extensão aproximada: 4.196.943 quilômetros quadrados
A Amazônia é a maior reserva de biodiversidade do mundo e o maior bioma do Brasil – ocupa quase metade (49,29%) do território nacional. Esse bioma cobre totalmente cinco Estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima), quase totalmente Rondônia (98,8%) e parcialmente Mato Grosso (54%), Maranhão (34%) e Tocantins (9%). Ele é dominado pelo clima quente e úmido (com temperatura média de 25 °C) e por florestas. Tem chuvas torrenciais bem distribuídas durante o ano e rios com fluxo intenso.
O bioma Amazônia é marcado pela bacia amazônica, que escoa 20% do volume de água doce do mundo. No território brasileiro, encontram-se 60% da bacia, que ocupa 40% da América do Sul e 5% da superfície da Terra, com uma área de aproximadamente 6,5 milhões de quilômetros quadrados.
A vegetação característica é de árvores altas. Nas planícies que acompanham o Rio Amazonas e seus afluentes, encontram-se as matas de várzeas (periodicamente inundadas) e as matas de igapó (permanentemente inundadas). Estima-se que esse bioma abrigue mais da metade de todas as espécies vivas do Brasil.
Cerrado
Extensão aproximada: 2.036.448 quilômetros quadrados
O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul e cobre 22% do território brasileiro. Ele ocupa totalmente o Distrito Federal e boa parte de Goiás (97%), de Tocantins (91%), do Maranhão (65%), do Mato Grosso do Sul (61%) e de Minas Gerais (57%), além de cobrir áreas menores de outros seis Estados. É no Cerrado que está a nascente das três maiores bacias da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em elevado potencial aquífero e grande biodiversidade. Esse bioma abriga mais de 6,5 mil espécies de plantas já catalogadas.
No Cerrado predominam formações da savana e clima tropical quente subúmido, com uma estação seca e uma chuvosa e temperatura média anual entre 22 °C e 27 °C. Além dos planaltos, com extensas chapadas, existem nessas regiões florestas de galeria, conhecidas como mata ciliar e mata ribeirinha, ao longo do curso d’água e com folhagem persistente durante todo o ano; e a vereda, em vales encharcados e que é composta de agrupamentos da palmeira buriti sobre uma camada de gramíneas (estas são constituídas por plantas de diversas espécies, como gramas e bambus).
Mata Atlântica
Extensão aproximada: 1.110.182 quilômetros quadrados
A Mata Atlântica é um complexo ambiental que engloba cadeias de montanhas, vales, planaltos e planícies de toda a faixa continental atlântica leste brasileira, além de avançar sobre o Planalto Meridional até o Rio Grande do Sul. Ela ocupa totalmente o Espírito Santo, o Rio de Janeiro e Santa Catarina, 98% do Paraná e áreas de mais 11 Unidades da Federação.
Seu principal tipo de vegetação é a floresta ombrófila densa, normalmente composta por árvores altas e relacionada a um clima quente e úmido. A Mata Atlântica já foi um dos mais ricos e variados conjuntos florestais pluviais da América do Sul, mas atualmente é reconhecida como o bioma brasileiro mais descaracterizado. Isso porque os primeiros episódios de colonização no Brasil e os ciclos de desenvolvimento do país levaram o homem a ocupar e destruir parte desse espaço.
Caatinga
Extensão aproximada: 844.453 quilômetros quadrados
A Caatinga, cujo nome é de origem indígena e significa “mata clara e aberta”, é exclusivamente brasileira e ocupa cerca de 11% do país. É o principal bioma da Região Nordeste, ocupando totalmente o Ceará e parte do Rio Grande do Norte (95%), da Paraíba (92%), de Pernambuco (83%), do Piauí (63%), da Bahia (54%), de Sergipe (49%), do Alagoas (48%) e do Maranhão (1%). A caatinga também cobre 2% de Minas Gerais.
A Caatinga apresenta uma grande riqueza de ambientes e espécies, que não é encontrada em nenhum outro bioma. A seca, a luminosidade e o calor característicos de áreas tropicais resultam numa vegetação de savana estépica, espinhosa e decidual (quando as folhas caem em determinada época). Há também áreas serranas, brejos e outros tipos de bolsão climático mais ameno.
Esse bioma está sujeito a dois períodos secos anuais: um de longo período de estiagem, seguido de chuvas intermitentes e um de seca curta seguido de chuvas torrenciais (que podem faltar durante anos). Dos ecossistemas originais da caatinga, 80% foram alterados, em especial por causa de desmatamentos e queimadas.
Pampa
Extensão aproximada: 176.496 quilômetros quadrados
O bioma pampa está presente somente no Rio Grande do Sul, ocupando 63% do território do Estado. Ele constitui os pampas sul-americanos, que se estendem pelo Uruguai e pela Argentina e, internacionalmente, são classificados de Estepe. O pampa é marcado por clima chuvoso, sem período seco regular e com frentes polares e temperaturas negativas no inverno.
A vegetação predominante do pampa é constituída de ervas e arbustos, recobrindo um relevo nivelado levemente ondulado. Formações florestais não são comuns nesse bioma e, quando ocorrem, são do tipo floresta ombrófila densa (árvores altas) e floresta estacional decidual (com árvores que perdem as folhas no período de seca).
Pantanal
Extensão aproximada: 150.355 quilômetros quadrados
O bioma Pantanal cobre 25% de Mato Grosso do Sul e 7% de Mato Grosso e seus limites coincidem com os da Planície do Pantanal, mais conhecida como Pantanal mato-grossense. O Pantanal é um bioma praticamente exclusivo do Brasil, pois apenas uma pequena faixa dele adentra outros países (o Paraguai e a Bolívia).
É caracterizado por inundações de longa duração (devido ao solo pouco permeável) que ocorrem anualmente na planície, e provocam alterações no ambiente, na vida silvestre e no cotidiano das populações locais. A vegetação predominante é a savana. A cobertura vegetal original de áreas que circundam o Pantanal foi em grande parte substituída por lavouras e pastagens, num processo que já repercute na Planície do Pantanal.

Fontes:








VOCÊ CONHECE O QUARTO ESTADO DA MATÉRIA??? VOCÊ JÁ O VISUALIZOU?

Existem ainda um quarto estado, chamado de plasma, que somente ocorre em condições altíssimas de temperatura, como no núclo do Sol. Lá, os átomos de hélio ficam a uma temperatura e pressão muito altas, fazendo com que os seus elétrons sejam desprendidos de seus átomos.



PARA LEMBRAR OS 3 MAIS CONHECIDOS ESTADOS DA MATÉRIA...

Estados físicos da matéria ou fases são as diferentes formas de como uma substância pode se apresentar no espaço. Os principais são:

Sólido

É quando os átomos das moléculas constituintes da matéria estão em um estado de agitação baixo, podendo ser concentrados mais átomos em um mesmo espaço físico. A sua forma e volume são fixos. Por exemplo, uma bola de boliche. Pode ser colocada em qualquer tipo de recipiente que ela não tomará a forma do recipiente, e o seu volume não vai aumentar ou diminuir.
Bola de Boliche

Líquido

Ocorre quando as moléculas já estão um pouco mais dispersos, em relação à mesma matéria no estado sólido. Substâncias no estado líquido tem volume fixo, porém a sua forma pode variar. Por exemplo, a água. Se estiver em um copo, toma a forma do copo, se estiver na jarra, fica na forma da jarra.
Taça de água

Gasoso

Acontece quando as partículas que formam a matéria estão bastante afastadas, dispersas no espaço. Por isto elas podem ter a forma e o volume variável. Exemplo, ar atmosférico. O ar de uma sala inteira pode ser comprimido dentro de um cilindro, e tomando a forma do mesmo.
Cilindro de Oxigênio
Todas as substâncias podem alterar o estado físico em que estão, alterando alguns fatores que as influenciam, como a temperatura e a pressão.




Oxidação o que é???








Na reação de oxidação ocorre a perda de elétrons, enquanto a reação de redução consiste em ganhar elétrons.

Oxidação pode ocorrer em três circunstâncias: quando se adiciona oxigênio à substância, quando uma substância perde hidrogênio ou quando a substância perde elétrons. Exemplo: as saladas de frutas tendem a se escurecer quando entram em contato com o ar, isso porque o oxigênio age promovendo a oxidação das frutas. Uma dica para que isso não ocorra é adicionar suco de limão ou laranja, pois a vitamina C presente nas frutas cítricas impede a ação oxidante do oxigênio sobre a salada.


CITOLOGIA

RETOMANDO ALGUNS TÓPICOS: (ACREDITO QUE SERIA UMA BOA PRÁTICA FAZEREM ISSO NOS ESTÁGIOS II E III DE VOCÊS , PRIORIZEM AULAS PRÁTICAS COM OS ALUNOS).

Na aula conhecemos semelhanças e diferenças de utilização entre Lupa (esteromicroscópio e esteroscópio) e o microscópio (óptico). Verificando a localização de estruturas ópticas dos aparelhos como as OCULARES e OBJETIVAS.

No caso da Lupa tínhamos as oculares de 10 x e tb a opção de 20 x....e de objetivas os aumentos 2x e 4x.....
Por exemplo, se numa visualização as oculares utilizadas for de 10x e a objetiva de 2x, estamos verificando uma estrutura no aumento de 20x. Concluímos que a visualização de estruturas macroscópica para melhor análise das mesmas no caso da visualização de rocha como o granito ou na concha de molusco, até mesmo na visualização de invertebrados.

Já o microscópio é melhor para estruturas micro, como tecidos e células, afinal para sucesso da visualização a luz deve atravessar a amostra, por isso o uso de lâminas.Caso verificado com a amostra de couro cabeludo ou sanguíneo. Visualizado com a objetivas de 4x,10x, 40x e 100x, oferecendo a visualização de 40x,100x,400x e 1000x sendo essa ultima com uso de óleo de imersão.

Sobre iluminação verificamos que na lupa temos a fonte de luz episcópica , isto é vinda de cima e a diascópica de baixo, enquanto no microscópio óptico a fonte de luz é apenas diascópica.

Verificamos os botões de rolamento para ajuste de visualização no caso do Microscópio são o Macrométrico e o Micrométrico e no caso da lupa o Macrométrico.

Sobre as oculares verificamos , que os aparelhos podem ser mono ou bioculares no caso do último foi o visto nos equipamentos sendo bioculares possuem ajuste interpupilar.





1. Avaliação I - Redação Individual (240850)
Citologia (BIM08)

Prova: 1914190
QUESTÃO:
1. As práticas pedagógicas têm por finalidade desenvolver o exercício da participação, constituindo-se de um processo de aprendizagem constante, do saber falar, ouvir, discutir, observar e pesquisar (SOUZA, 2004). Desta forma, a universidade constitui-se de um ambiente privilegiado para construir ciência e conhecimento. A efetivação deste processo ocorre através das atividades práticas realizadas em cada disciplina específica do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, com o intuito de permitir que você, acadêmico(a), compreenda como a ciência se constrói e se desenvolve, aliando a teoria à prática. Sabe-se que as aulas práticas permitem aprimorar metodologias, estimulando a motivação e a criatividade, a fim de possibilitar que o professor de Ciências/Biologia possa aplicar o conhecimento adquirido no ambiente escolar. Segundo Chassot (2003), estas atividades despertam nos alunos o desejo de entender a linguagem em que a natureza está escrita, ou seja, a alfabetização científica. Diante do exposto, sobre a relevância das práticas pedagógicas no ensino de ciências, escreva uma redação descrevendo a atividade prática realizada em sala de aula durante esta disciplina, na qual você contou com auxílio dos colegas e do tutor externo. Não se esqueça de comentar a importância dessa prática para seus conhecimentos e estabelecer uma ligação da sua prática enquanto professor de Ciências/Biologia em sala de aula.

FONTE: CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: uma proposta para a inclusão social. 2003. Disponível em: . Acesso em: 1 mar. 2012.
SOUZA, Maria Antônia de. Prática Pedagógica: Conceito, Características e Inquietações. 2004. Disponível em:. Acesso em: 20 abr. 2012.
RESPOSTA ESPERADA:
O acadêmico deve descrever os objetivos, método, resultados, discussão e considerações finais acerca do experimento realizado em sala de aula. Além disso, é necessário estabelecer uma ligação entre a prática realizada com a sua vivência em sala de aula. Caso o acadêmico ainda não esteja atuando como professor, é necessário que ele relacione as possibilidades de aplicação/estratégias sobre a prática desenvolvida como um recurso de ensino.

  • isciplina: Citologia (BIM08)
  • Turma: BID0217
  • Avaliação: Avaliação I - Redação Individual (240850)

(115247, 118747) - Data de Emissão: 23/08/2013 - 08:27PM

Gráfico % por Nota

Gráfico por Nota
Média da Turma:7,31
Acadêmicos Matriculados:44
Acadêmicos sem Nota:13
Vídeo....que prometi colocar na integra aqui.....

domingo, 7 de julho de 2013

MÓDULO 3 - GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Estimados alunos da biologia de sábado à tarde...iniciamos os trabalhos do módulo 3, segue abaixo informações sobre o paper do módulo e na sequência assuntos referentes as disciplinas que serão trabalhadas durante o módulo de 2013/2.

Atte.

Prof. Eduardo

***** Antes de iniciar a leitura , acessem esse vídeo do link abaixo ...e reflitam sobre a importância das palavras finais desse vídeo.
http://www.youtube.com/watch?v=U08cmyvhtFs

A crise da forma


Discussões contemporâneas a respeito da didática esbarram em temas como a produção acadêmica ante a realidade nas escolas, a formação dos novos docentes e a falta de investimentos na educação

 Acessem....


Calendário para o paper do módulo 3:

SOCIALIZAÇÃO 30/11/2013

Novembro 2013
DSTQQSS
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
DATAATIVIDADE
02Atividades Acadêmicas 2
Reposição de conteúdos, orientação pedagógica e operacional (Prática, TG, Estágio ) individualizada, realização de eventos (palestra, seminários, oficinas, visitas técnicas) pesquisas, estudo em grupo, atividades de laboratório, reuniões.
02Formação continuada de Tutores Externos
02 a 28 dezPeríodo para responder a AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
09Renovação de Matrícula
09Terceiro Encontro Presencial (Microbiologia)
16Atividades Acadêmicas 3
Reposição de conteúdos, orientação pedagógica e operacional (Prática, TG, Estágio ) individualizada, realização de eventos (palestra, seminários, oficinas, visitas técnicas) pesquisas, estudo em grupo, atividades de laboratório, reuniões.
16Formação continuada de Tutores Externos
23Quarto Encontro Presencial (Microbiologia)
30Entrega do Paper
30Primeiro Encontro Presencial (Química Geral e Orgânica)
30Seminário de Socialização das Práticas

Sugestões de temas para o paper do módulo 3:

Temas que envolvam didática e metologias para ensino de ciências, física, química e ou sobre modelos de ensino e adaptações para as realidades atuais.

DICA: INOVEM, façam a diferença criem e pesquisem sobre as metodologias.

Assistam o vídeo:

Tentem elaborar artigos com essa ideia tb.

http://www.youtube.com/watch?v=mwbC9EEdi3Q

http://www.youtube.com/watch?v=nPwCqCfWURo


Modelo do paper do módulo :


COMO ELABORAR UM PAPER( Título fonte 20 em negrito centralizado)

Acadêmico (fonte 12 em negrito)
Professor  Eduardo de Almeida
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Ciências Biológicas (BID 0217) – Prática do Módulo III
30/12/2013



RESUMO


O resumo deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem recuo na primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 12, itálico. O resumo deve apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões do trabalho, formando uma sequência corrente de frases concisas, e não de uma.

Palavras-chave: Artigo científico. Normalização. NBR 6022. 


1 INTRODUÇÃO


É a apresentação inicial do trabalho. Possibilita uma visão global do assunto tratado (contextualização), com definição clara, concisa e objetiva do tema e da delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado, ao problema e aos objetivos a serem estudados.

O objetivo geral refere-se diretamente ao objeto – problema – do trabalho. Inicia-se a frase com um verbo abrangente e na forma infinitiva, envolvendo o cenário pesquisado e uma complementação que apresente a finalidade.

O autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento, ou seja, apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa, contextualiza-o, destacando sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Na introdução, também deve ser mencionado as principais etapas (a partir de títulos e subtítulos) do trabalho.


2 DESENVOLVIMENTO


É a parte principal, mais extensa e consistente do trabalho. São apresentados os conceitos, teorias e principais ideias sobre o tema focalizado, além de aspectos metodológicos, resultados e interpretação do estudo (ABNT, NBR 6022, 2003).
           
Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o Desenvolvimento do Trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem.

Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares no corpo do texto, especialmente no desenvolvimento.

A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus títulos de primeiro nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em folha distinta. Não se utiliza nenhuma pontuação ou caractere entre o número e o título (ABNT, NBR 6024, 2003). Os títulos das seções e das subseções são destacados gradativamente, usando-se os recursos apresentados no quadro 1.

TÍTULO
FORMATAÇÃO
3 ADMINISTRAÇÃO
Letras maiúsculas, em negrito
3.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
Letras maiúsculas, sem negrito
3.1.1 Histórico da administração científica
Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito
     QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO
     FONTE: Elaborado pelos autores (2008)


3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.

As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos propósitos previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado de suas contribuições. Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além de sugestões para outros trabalhos.

Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas ou indiretas), pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico.
Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não foram tratados no desenvolvimento.


REFERÊNCIAS


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.


______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003.


TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial: Ed. Grupo UNIASSELVI, 2008.


E-mail para envio do paper: 

prof.edu.almeida@hotmail.com


_________________________________________________________________________________________________________________________________


Disciplina 1 do módulo 3:

Didática e Metodologia do Ensino de Ciências Biológica

Acessem a trilha de aprendizagem da disciplina:

Façam a o OBJETO DE APRENDIZAGEM

e Leiam o artigo sugerido.


RESPONDAM AS SEGUINTES PERGUNTAS:

1) O QUE É DIDÁTICA?

2) QUEM É CONSIDERADO O PAI DA DIDÁTICA?

3) ACESSE O LINK ABAIXO E FAÇAM A LEITURA.


Julho 2013
DSTQQSS
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031
DATAATIVIDADE




13Apresentação e Orientação da Prática
13Início do Módulo 3
13Primeiro Encontro Presencial (Didática e Metodologia do Ensino de Ciências Biológica)
20Segundo Encontro Presencial (Didática e Metodologia do Ensino de Ciências Biológica)
27Terceiro Encontro Presencial (Didática e Metodologia do Ensino de Ciências Biológica)
Agosto 2013
DSTQQSS
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
DATAATIVIDADE
03Quarto Encontro Presencial (Didática e Metodologia do Ensino de Ciências Biológica)
10Orientação da Prática: Entrega do plano de desenvolvimento da Prática.